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sábado, 21 de novembro de 2009










SOBRE PESSOAS E SONHOS



“O que me preocupa não é o barulho dos maus, mas o silêncio dos bons”


(Autor desconhecido)




Com a perna no mundo, seguimos...


E o que encontramos?


Pessoas, lugares,


Sentido de existir


Assim, encontramos colegas


Fizemos amigos


E nos sentimos parte de algo grandioso.


Poder estar e aproximar, ouvir, colaborar


Ser empático e transformar


Assim nos sentimos...


Com a perna no mundo


E com a possibilidade de melhorá-lo


Porque somos homens e mulheres na luta


Pais, mães, filhos


Seres humanos em constante evolução


Nessa busca incessante por dias melhores




Grande abraço aos colegas das comarcas que pudemos visitar e também para aqueles que desejavam a nossa presença, entretanto, as condições não permitiram que isso acontecesse.



Estamos a poucos dias das eleições do SINPOJUD e as atividades estão intensificadas. Precisamos contar com a motivação e força de todos que desejam fazer o sonho acontecer. Colocamos-nos no processo, agora precisamos que aqueles que acreditam na nossa proposta façam a sua parte. A hora é de garra, vontade forte e firme pela renovação.



Vamos todos à luta pelo sindicalismo que desejamos!



Fale com o colega, divulgue em outras comarcas, fiscalize, oriente, enfim, faça parte da mudança que nos levará ao encontro da solidariedade, da politização, da capacitação profissional, do respeito às diferenças, enfim, ao encontro de um espaço sindical transparente e democrático.



REDE - CHAPA 03


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A REDE SEGUE SEU ROTEIRO DE VISITAS E ESTENDE SUA MENSAGEM DE RENOVAÇÃO NAS COMARCAS DE JUAZEIRO, JAGUARARI E SENHOR DO BOMFIM.

Agradecimentos especiais a Rose, Leda, Guaraci, Ana Lúcia e Rita Morais, mulheres dinâmicas e de visão inovadora.A trilha musical para estas fotos vc pode encontrar neste

segunda-feira, 16 de novembro de 2009



MUDANÇAS, INOVAÇÕES E RESISTÊNCIA AO NOVO

O texto abaixo é direcionado a todos os colegas do Judiciário baiano, que por algum motivo tenha alguma resistência a tudo que seja novidade, tanto nas suas vidas profissional como na sua vida pessoal. Espero que sirva para que a gente reflita, reveja nossos posicionamentos, e que contribua para que nos dias 25 e 26 de novembro, votemos realmente na chapa que representa algo novo para nossa categoria, algo que vai dar um fôlego a mais para que nosso sindicato consiga enfrentar as mudanças que se fazem necessárias e se incorporar as novas realidades e aos desafios impostos a nossa categoria. Boa Sorte. Boa leitura e boa retenção.    

 

"Não existe nenhuma razão para alguém ter um computador em casa", Ken Olsen, presidente da Digital Equipment Corporation - que vendia somente computadores de grande porte - 1977. "Acredito que o mercado mundial não comporta mais do que cinco computadores", Thomas J. Watson, presidente da IBM, 1943. "Quem no mundo gostaria de ouvir atores falando?", Harry Warner, da Warner Brothers Pictures, 1927. "O automóvel é só uma novidade. O cavalo está aqui para ficar", de um banqueiro americano a Henry Ford, desencorajando-o a investir na companhia Ford Motor em 1900. "Não gostamos dos sons de vocês. Além disto, conjuntos de guitarristas não têm futuro", de executivo da gravadora Decca, explicando aos Beatles em 1962 porque não investiria no conjunto. 

As frases acima podem parecer absurdas aos nossos olhos de hoje, mas foram formuladas por pessoas que, na época, dominavam o conhecimento do assunto e, assim, tinham toda competência para afirmar o que disseram. E o fizeram com a segurança de sua experiência e domínio, bem como o respeito daqueles que as ouviam. Suas expressões eram as verdades da época. Essas citações são apenas exemplos de uma infinidade de outras afirmações já ocorridas e que acontecem a toda hora em pleno Século XXI. Elas são frutos do que se pode chamar de "paralisia de paradigmas".

 

Paradigmas são crenças / valores que nós temos e que fazem parte do nosso modo de ser pessoal e profissional. No entanto, quando estamos sob o efeito da "paralisia de paradigmas", elas atuam como filtros nos impedindo de ver com clareza novas idéias, as mudanças que se fazem necessárias para incorporar as novas realidades.

 

Frases como as citadas ainda são muito comuns hoje em dia e algumas expressões ocorrem com muita freqüência quando surgem as propostas de mudanças, tal qual acontece hoje com a nossa categoria, que vive esse momento eleitoral, com três chapas disputando a diretoria executiva do nosso sindicato SINPOJUD. Veja você mesmo se não as tem proferido constantemente:


- Sempre fizemos assim e sempre deu certo, por que mudar?
- Da forma que fazemos é melhor.
- Está tudo tão bem, para que mudar?
- Temos receio do que possa acontecer, é melhor não arriscar.
- Não se mexe em time que está ganhando.
- Precisamos de um tempo para ver isto.
- Francamente, eu ainda não sei se vale à pena e se a hora é essa.
 

Além da "paralisia de paradigma", existem diversos fatores que podemos elencar que levam as pessoas a se comportarem dessa forma, dentre os quais podemos destacar: Comodismo, medo do novo, medo do desconhecido, receio de perder o poder, desconhecimento do conteúdo das vantagens e/ou desvantagens das propostas que ora se apresentam e desconhecimento das mudanças que ocorrem no nosso ambiente interno e externo.

Todos esses fatores apresentados são pontos limitadores do novo, da criatividade, da iniciativa e até mesmo da sobrevivência pessoal e da nossa entidade, porque sem evolução diminui-se a competitividade profissional e organizacional da nossa categoria, prova disto é a grande rejeição que a atual diretoria executiva do SINPOJUD enfrenta neste momento. 

As mudanças são hoje uma grande certeza que temos; elas acontecem em todas as áreas: no mundo empresarial, no comportamento das pessoas, no meio ambiente, na cultura, no trabalho, na tecnologia, na saúde e em todas demais áreas que se pode imaginar. Até mesmo na religião. E sua velocidade é cada vez maior. Nossa classe deve ficar atenta às oportunidades que ora se apresentam para não perdermos o bonde da evolução, infelizmente, existem muitos companheiros alheios a essas mudanças e estão, com isto, condenado o nosso sindicato a não crescer e evoluir democraticamente. 

No meio corporativo, muitas organizações que até bem pouco tempo atrás foram grandes, símbolo de sucesso, acabaram "fechando as portas". Na maioria delas o motivo foi a sua dificuldade de adaptação às novas realidades, ao novo ambiente empresarial. Com elas ocorreu o mesmo que aconteceu com espécies animais da Pré-História, que eram os Mastodontes, que não se adaptaram às transformações e desapareceram, tornando-se hoje os fósseis. Faltou também a elas a simplicidade de entender que "Sucesso Presente ou Passado não garante Sucesso Futuro", pois é preciso evoluir. É necessário ficar em constante progresso, em sintonia com as mudanças. 

No entanto, o receio de ser visto como resistente às mudanças não deve levar a assumir qualquer nova idéia sem um estudo adequado, pois elas devem ser fruto de análise de "coração aberto", com a prontidão necessária para incorporá-las e a clareza de visão para rejeitá-las total ou parcialmente. Mas é preciso sempre vê-las com bons olhos, porque a maioria gerará progresso em nós e em nosso sindicato, e a evolução é condição para nossa sobrevivência profissional e da nossa entidade. 

Por isso, caros colegas, avaliem as propostas apresentadas pela nossa chapa 3 - REDE, com seus olhos e corações abertos, acreditando, que é possível sim que estes colegas que compõem a chapa 3, dêem continuidade ao trabalho desenvolvido pela atual diretoria do SINPOJUD, mas com a certeza que eles podem acrescentar muito mais a nossa categoria, em termos de humanização, descentralização, reduzir distorções salariais, ampliação da assessoria jurídica,  intervenção junto a mesa diretora do TJBA com ações que visem a melhoria da qualidade de vida no trabalho etc... 



Marcelo Castro Figueredo, Analista Judiciário/Oficial de Justiça Avaliador da Comarca de Itabuna-Ba. Delegado Sindical da Comarca de Itabuna. Economista Graduado pela UESC. Pós Graduação em Sociedade de Empresas de Economia Cooperativistas pela UESC. Aluno da Pós em MBA em Recursos Humanos pela FACINTER.

A CHAPA 03 - REDE, CHEGA A ITAMBÉ, IBOTIRAMA, BARREIRAS E ALAGOINHAS.

Agradecemos aos colegas das comarcas visitadas, que têm se mostrado interessados e abertos para uma nova visão e modelo de sindicato.A cada um de vocês um abraço fraterno dos membros da chapa 03 - REDE.

PEC 190/07 – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES


PEC 190/07 – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
No mês de setembro do ano em curso, foi divulgada na internet pelo Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário e do Ministério Público da União no Distrito Federal (Sindjus-DF), a proposta de reajuste dos salários dos servidores dos funcionários da Justiça da União. Pela proposta, um analista em início de carreira, que hoje ganha R$ 6.551,52, passará a receber R$ 11.803,66. O auxiliar em início de carreira, subirá de R$ 1.988,19 para R$ 3.582,06 e os rendimentos dos técnicos passarão dos atuais R$ 4.052.96 para R$ 7.194,22 (em início de carreira).
O Presidente do STF, Gilmar Mendes, afirmou que foi constatada uma defasagem nas carreiras de Analista e Técnico Judiciário em relação a outras categorias. Segundo ele, no STF, só este ano, houve uma perda de quadros na ordem de 22%: “Estamos constatando que concursos realizados pelo Poder Judiciário se transformaram em ritual de passagem, os aprovados vêm para cá e, em seguida, migram para outras carreiras. Isso porque a base inicial de remuneração para os cargos de gestores e analistas no Executivo está em torno de R$10 mil a R$11 mil. Aqui a base inicial é em torno de R$ 6 mil. Esse é o quadro real”, disse o presidente do STF.
Diante desta constatação, tecemos algumas considerações sobre a PEC 190/07, a fim de entender melhor a problemática em torno desse tema e a mudança de foco em relação à desoneração da folha de pagamento do TJBA, a partir de avaliações factíveis demonstradas pelos dados noticiados, bem como através do contexto atual orçamentário de gasto com pessoal da maioria dos tribunais estaduais brasileiros, sobretudo em relação a Bahia, onde o TJBA alcança gastos com a folha de pessoal, no segundo quadrimestre deste ano (2009) de 5,99%, restando apenas 0,01%, para extrapolar o limite fixado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Buscamos com isso, esclarecer alguns pontos obscuros desencadeados por uma propagação efetiva da unificação salarial da justiça estadual com a justiça federal a partir da aprovação da PEC 190/07, tendo em vista a expectativa colocada em sua defesa fazendo-nos pensá-la como uma solução “SALVADORA DA PÁTRIA”.

Façamos reflexões sobre as seguintes questões: Qual a origem de recursos para custear essa isonomia salarial? E a autonomia financeira e administrativa dos tribunais como ficaria? A Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) é um grande exemplo para analogia; os juízes estaduais recebem subsídios diferentes em cada Estado da federação, ou seja, eles não estão unificados nacionalmente pelo subteto constitucional, na prática cada tribunal estadual remunera os juízes diante das suas limitações orçamentárias, assim, na eventualidade de criação de piso nacional para os servidores do judiciário, os Estados que não pudessem arcar financeiramente com essa despesa, de quem seria a responsabilidade para compensar a respectiva diferença?

São muitos os questionamentos à espera de respostas, todavia, devemos empreender esforços para aprovação da referida PEC e a conseqüente elaboração do ESTATUTO DOS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO, uma vez que o teor do texto proposto autoriza ao Supremo Tribunal Federal a elaboração de diretrizes gerais sobre o servidor judiciário nacional no que se refere a direitos, vantagens e deveres únicos, ficando a questão remuneratória condicionada aos infindáveis debates jurídicos e financeiros citados anteriormente.

No caso específico do TJBA, nós servidores devemos lutar prioritariamente por uma DISTRIBUIÇÃO JUSTA E PROPORCIONAL DO BOLO ORÇAMENTÁRIO destinado ao pagamento de pessoal e, paulatinamente, combater as distorções salariais existentes entre os servidores, a exemplo, inclusive, da concessão do adicional de função na forma como vem sendo praticada atualmente, e desta forma, assegurar a antecipação do PCS, os reajustes e revisões anuais, permitindo isonomia salarial com alguns tribunais estaduais os quais remuneram seus servidores com salários muito superiores aos nossos, apesar de possuírem rendas bastante inferiores que o Estado da Bahia. Entendemos ser uma forma de implementar a melhoria remuneratória dos servidores e com isso DIMINUIR A EXPECTATIVA GERADA PELA APROVAÇÃO DA PEC 190/07, a qual em novembro deste ano completará 02 (dois) anos em tramitação na Câmara Federal.

CHAPA 03 – REDE
Por um sindicalismo sério!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A CHAPA 03 VISITA OS COLEGAS DAS COMARCAS DE VITÓRIA DA CONQUISTA, BRUMADO, CAETITÉ E BOM JESUS DA LAPA.

A CHAPA 03 VISITA OS COLEGAS DAS COMARCAS DE VITÓRIA DA CONQUISTA, BRUMADO, CAETITÉ E BOM JESUS DA LAPA.


Tivemos a calorosa colaboração da companheira Leide Barros, de Vitória da Conquista, também componente da chapa 03, que com seu sorriso largo e muita disposição trabalhou para que a mensagem da REDE se ampliasse na sua comarca e comarcas circuvizinhas. Agradecimentos especiais aos companheiros Frederico e Genivaldo, de Brumado e à companheira Divina, Bom Jesus da Lapa por sua atitude fraterna e democrática.

A REDE VISITA OS COLEGAS DA COMARCA DE ITAPETINGA




Agradecimentos especiais a Netinha, da cantina do Fórum de Itapetinga, por seu apoio gratuito e carinhoso aos candidatos da Chapa 03.